Horas sem comer: saúde em risco


Você levanta apressado e dispensa o café da manhã. Tem tanto trabalho pela frente que aquela pausa para um lanchinho às 10 horas passa em branco. O almoço que poderia ser um prato de arroz, feijão, salada e carne foi substituído por um salgado da lanchonete da esquina. As horas passam e a fome até bate lá pelas três, quatro da tarde. Mas surge um compromisso e a fruta ou a fatia de queijo combinada com pão ficou para depois, bem depois. O fim do dia chega e junto com o pôr-do-sol vem uma sensação de fraqueza, o corpo não responde mais ao que precisa ser feito e a cabeça pesa, o raciocínio é lento e a gente não entende o porque.

A resposta é: estômago vazio ninguém para em pé! E se isso vira um hábito pode ser um perigo. Muitos têm mania de ficar sem comer e acreditam que isso não vai trazer problemas. Traz sim. Primeiro: quem fica muito tempo sem sentir o sabor de alimentos saudáveis corre o risco de comer além da conta, de forma compulsiva. E o que isso pode representar? Quilos a mais na balança! O metabolismo trabalha devagar e desse jeito não tem como “queimar” as gordurinhas e a meta de emagrecer pode ser comprometida.

O jejum prolongado pode ainda diminuir a taxa de açúcar no sangue e do nada bate aquela tontura, o mundo gira e para o desmaio pode ser um pulo! É a hipoglicemia. Daí a importância de seguir a orientação das nutricionistas e se alimentar a cada três horas mesmo que o estômago não grite de fome. Essa atitude permite o bom funcionamento do organismo. A gente ganha energia para trabalhar, se exercitar, espantar o mau-humor e a irritação, fica livre do mau-hálito e o melhor de tudo: fica sempre de bem com a vida!


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