Raça de cão de R$ 1,5 milhão é símbolo de status social na China


Os cães da raça mastim tibetano, considerada a mais cara do mundo, têm sido vendidos na China por até R$ 1,5 milhão (indivíduos adultos) e se tornaram símbolo de status social para seus donos. As informações são do site do jornal britânico "Daily Mail".

Segundo os proprietários, esses animais de estimação de grande porte são extremamente leais e protetores. Eles descendem de cachorros caçadores de tribos nômades da Ásia Central e do Tibete, e acredita-se que a espécie começou a divergir geneticamente do lobo há 58 mil anos.

Na cidade de Baoding, na província de Hebei, ao sul de Pequim, vários filhotes são vendidos ao ar livre e acompanhados por ricos compradores de todo o país, inclusive da região do Himalaia. Muitos cães, porém, não conseguem sobreviver à viagem.

Os mastins tibetanos vivem por até 14 anos, podem chegar a pesar 130 kg e, em geral, têm menos problemas genéticos de saúde que outras raças. Atualmente, restam poucos espécimes puros, razão principal para a alta nos preços desse cão. No Reino Unido, há apenas cerca de 300 exemplares da raça, que tem somente uma ninhada por ano.

Eles se alimentam normalmente de alimentos orgânicos como cabeças de peixe cozidas, cascas de ovo em pó, óleo de fígado e ossos crus que ajudam a limpar os dentes.

Lendas dizem que o navegador italiano Marco Polo, um dos primeiros ocidentais a percorrer a Rota da Seda entre a Europa e o Oriente, teria encontrado no século 13 um mastim tibetano, descrito por ele como "alto como um burro e com uma voz poderosa como um leão".




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