A história de Bagul

ATENÇÃO: O artigo a seguir contém spoiler do filme Sinister (A Entidade, no Brasil).


Bagul é uma entidade sobrenatural que está presente no filme Sinister (no Brasil, A Entidade), dirigido por Scott Derrickson, conhecido pelo seu trabalho em O Exorcismo de Emily Rose, e produzido por Jason Blum, o mesmo responsável pelos filmes Sobrenatural e Atividade Paranormal. Bagul é caracterizado como tomador de alma de crianças.


Ellison, um escritor de livros sobre casos de crimes reais, se muda para uma casa nova com o objetivo de investigar um crime ali acontecido. No sótão da casa, dentro de uma caixa, Ellison encontra uma máquina com fitas caseiras, que sempre mostrava momentos de uma família feliz e depois essas mesas pessoas mortas. Detalhe que a imagem de Bagul sempre aparece nas filmagens.


Ao criar amizade com um policial do distrito, Ellison pede ajuda para que ele investigue sobre essas famílias. O resultado é que o escritor acaba descobrindo que todas foram vítimas de Bagul.

Ellison resolve então procurar o professor Jonas, que pesquisa sobre o assunto e descobre que há muita pouca coisa escrita sobre Bagul. A maioria do conteúdo sobre a entidade foi destruído por superstição. Segundo a lenda, os primeiros cristãos acreditavam que Bagul vivia nas imagens e que elas eram portais para o seu reino.

Simbolo do Bagul, esboço antigo da idade das trevas

A igreja antiga acreditava que a entidade se apoderava daqueles que olhassem para as imagens; as pessoas seriam abduzidas e obrigadas a fazem coisas terríveis. Crianças expostas às imagens eram especialmente vulneráveis a possessão de Bagul ou sua a sua abdução.

Ficou assustado? Pode ficar tranquilo: quando o diretor do filme foi questionado por um repórter quanto a veracidade de Bagul, Scott respondeu que não passa de um personagem fictício, que foi inspirado na mitologia pagã, da qual ele tem muito conhecimento.

Atualizado em 20/04/2017.

6 comentários:

  1. Os PRODUTORES do filme são os mesmos que os de Sobrenatural e Atividade Paranormal, o diretor não.

    ResponderExcluir
  2. Obrigado pelo toque Marcella, já foi corrigido.

    ResponderExcluir
  3. Olá, notei um erro de português no quinto parágrafo que dificultou minha leitura corrijam por favor obg!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado pelo comentário Cinthia. Fizemos uma revisão geral do texto.

      Excluir
  4. Erro ortográfico na segunda linha do segundo parágrafo. O verbo "mudar" está no infinitivo,o que tira o sentido da frase. O correto seria ele estar no pretérito perfeito ("muda") pois é um fato que ocorreu e terminou.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito obrigado pela contribuição, realmente passou batido.

      Excluir

Encontrou algum erro na postagem acima? Comunique-nos deixando um comentário. A equipe do Porta E7 agradece.

Tecnologia do Blogger.