Análise da 4ª temporada da série The Walking Dead


Após perderem vários sobreviventes em Woodbury, a vida segue na prisão, onde Rick e seu grupo receberam alguns moradores da cidade antes comandada pelo Governador. Para facilitar a alimentação, foi criada uma horta e um chiqueiro com porcos no pátio do presídio. Tudo estava indo muito bem, mas o grupo foi surpreendido por uma epidemia de gripe, que se não for tratada a tempo, é letal. Além do vírus da gripe, constantemente o grupo enfrenta problemas com zumbis nas cercas, além das ocasiões em que os caminhantes conseguem ter acesso à prisão.

Para tentar combater a epidemia, o grupo decide procurar remédios em uma faculdade veterinária da região. Hershel resolve arriscar sua vida para cuidar dos doentes. Durante a epidemia, várias pessoas do grupo morrem, inclusive um médico que morava em Woodbury. Carol mata dois doentes com a intenção de tentar parar a propagação da doença; a atitude deixou várias pessoas chocadas e Rick acaba sendo obrigado a expulsar Carol do grupo.

O Governador retorna a Woodbury e coloca fogo na cidade. Ao encontrar novas pessoas, o Governador assume uma nova identidade se apresentando como Brian Heriot. Brian ajudar alguns sobreviventes que acabam se unindo a ele. Pego em uma armadilha, Brian reencontra algumas pessoas de Woodbury, ficando todos juntos novamente em um acampamento. Após algumas desavenças, Brian mata os antigos membros do seu grupo (que lideravam o acampamento) e assume o controle. Insinuando que o local ideal para o grupo viver em segurança é a prisão, e Brian sugere ao seu novo grupo que eles podem tomá-la sem violência.

Para armar todo o seu plano, Brian captura Hershel e Michonne na floresta para usá-los como reféns. Ele então organiza uma forte ofensiva para tentar tomar a prisão onde Rick e os demais vivem (o que inclui até mesmo um tanque de guerra). Obviamente essa história não termina bem e, no meio de toda a guerra, o grupo de Rick se divide.

Os vários grupos de sobreviventes que se formaram encontram placas e mensagens espalhadas pela região sobre uma comunidade segura chamada Terminus, um santuário para os sobreviventes. Sem local para viverem, todos os sobreviventes decidem seguir as indicações das placas. No decorrer da caminhada, vários desafios precisam ser superados e novos personagens passam a integrar a série, como é o caso de Abraham, Eugene e Rosita. Abraham e Rosita precisam levar Eugene para se encontrar com outros cientistas em Washington, já que ele sabe o que causou o apocalipse. Será?


Considerações finais
O tão aguardado encontro entre Rick e o governador finamente aconteceu nesta que pode ser considerada uma das melhores temporadas de The Walking Dead, onde os desafios para sobreviver aumentam cada vez mais. Após o embate acontecido na prisão, o grupo de sobreviventes se desmembrou, formando vários pequenos grupos. A série passa então dar destaque a cada um desses grupos, explorando muito a carga emocional de cada um deles, mostrando a caminhada e os desafios em busca de sobreviver e encontrar um local seguro para ficar.

Depois das críticas feitas ao episódio final da temporada anterior, aqui houve um capricho maior, deixando uma enorme dúvida e atiçando a curiosidade para a próxima temporada da produção, afinal, todos querem saber qual será o futuro dos sobreviventes após chegarem no Terminus. Apesar de possuir alguns momentos lentos, como já foi visto em temporadas anteriores, a quarta temporada está repleta de acontecimentos épicos, o que inclui a morte de personagens importantes até então. No geral, todos os personagens tiveram uma evolução, conseguindo lidar melhor com os zumbis. O destaque vai para Rick, que parece ter encontrado novamente o equilíbrio para conseguir seguir adiante.

Nota
★★★★☆ - 4

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