Pela primeira vez na história música digital supera mídias físicas


Nos últimos anos, indústria fonográfica chegou perto de beirar uma crise, com a venda de CDs caindo a cada ano que passa, o aumento da pirataria, e o tímido crescimento das receitas das vendas digitais. Apesar de todos estes problemas, o ano de 2014 apresentou um resultado muito positivo para este cenário, indicando qual será o futuro deste mercado.

Pela primeira vez na história, os downloads pagos e as assinaturas de serviços de streaming de música superaram a receita da venda de mísias físicas (Cds e outros). Spotify, Deezer, Google Play Music, iTunes e outros ajudaram a impulsionar o lucro das gravadoras no mercado digital.

"Pela primeira vez na história, o faturamento da música gravada procede por igual das vendas digitais (46%) e das vendas físicas (46%)", afirma a IFPI. O restante corresponde aos direitos de  publicidade, radiodifusão, cinema, entre outros.

Em 2014, o mercado da música digital arrecadou globalmente US$ 6,85 bilhões, um crescimento de 7% em relação a 2013; já as músicas oferecidas por meio de mídias físicas rendeu US$ 6,82 bilhões, queda de 8%. No geral, o mercado fonográfico arrecadou US$ 14,97 bilhões em 2014, 0.4% a menos que em 2013. O resultado muito distante de 1999, quando a indústria musical estava no seu auge de lucros, arrecadando US$ 40 bilhões.

Segundo a IFPI, hoje 41 milhões de pessoas pagam por serviços de streaming, que permite ao usuário escutar música de forma ilimitada. Aproveitando o bom momento, o rapper Jay Z lançou o Tidal, plataforma de streaming musical que recebeu o apoio de vários nomes da música como Rihanna, Madonna, Beyoncé, Daft Punk, Kanye West, Nicki Minaj, Coldplay dentre outros.

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