Análise da 5ª temporada da série The Walking Dead


O quinto ano de The Walking Dead começa exatamente onde o quarto parou: após chegarem ao Terminus, os sobreviventes acabaram presos dentro de um galpão. Com o auxílio de Carol, que destrói grande parte do local, Rick e o seu grupo conseguem fugir. Enquanto caminham, o grupo encontra padre Gabriel Stokes quase sendo morto por um zumbi. Após ser salvo, Padre Gabriel permite que todos se refugiem na sua igreja.

Daryl e Carol ao avistarem um carro com uma cruz branca no vidro começam a persegui-lo acreditando serem as mesmas pessoas que capturaram Beth no final da quarta temporada. Abraham, Rosita, Tara, Glenn e Maggie decidem partir para Washington para que Eugene se encontre com os cientistas, no entanto, no meio da viagem, Eugene revela que não é um cientista nem sabe qual é a cura para o que devastou o mundo.

Beth acorda no Grady Memorial Hospital, em Atlanta, onde a oficial Dawn Lerner (que comanda o local) junto com o médico Edwards explicam como ela chegou ao hospital. Tendo que trabalhar para quitar a sua dívida, Beth conhece Noah, outro sobrevivente que também se vê obrigado a trabalhar no local. Juntos, eles planejam uma fuga, mas Beth acaba sendo capturada. Daryl e Carol encontram com Noah e descobrem que Beth está viva. Carol é atropelada e também levada para o hospital. Daryl tenta ir atrás do carro para salvar Carol, mas Noah o impede. Ao comunicarem que Beth e Carol foram levadas para o hospital, Rick e uma parte do grupo de sobreviventes decidem resgatar Beth e Carol. Rick captura três oficiais do hospital para tentar fazer uma troca.

Enquanto seguem buscando um novo lugar para viver, Maggie e Sasha acabam conhecendo Aaron, que pede para conversar com Rick. Aaron é uma pessoa responsável por recrutar pessoas para um local protegido contra todas as ameaças do mundo. Apesar da desconfiança de Rick, tendo em vista as relações com outros sobreviventes, o grupo viaja para a Zona Segura de Alexandria.

Ao chegarem, todas as suas armas são recolhidas, e o grupo logo conhece Deanna Monroe, responsável por governar o local. Deanna explica para Rick que eles estavam monitorando o seu grupo já algum tempo e decidiram recrutá-los devido à força que eles possuíam. Não demora muito e Deanna nomeia Rick e Michonne como oficiais do local, mas eles são proibidos de usarem armas de fogo.

Como já estamos familiarizados, nada em The Walking Dead é tão simples como parece. Com o grupo seguro em Alexandria, Rick passa a enfrentar alguns problemas internos, o que envolve pessoas importantes dentro da comunidade. Em paralelo a isso, uma nova ameaça externa aparece: um grupo que se identifica como Wolves (Lobos). Outro fato marcante e o retorno de Morgan a serie, o personagem tinha aparecido anteriormente na primeira e terceira temporada.


Considerações finais
Nesta quinta temporada, The Walking Dead apresenta um crescimento de qualidade, é bom ver como a série evoluiu na narrativa, caracterização dos personagens e produção dos cenários. Contando com perdas marcantes de personagens, a produção também ganhou novas figuras que enriqueceram ainda mais o enredo da série apocalíptica.

Continuando a valorizar cada vez mais o lado humano dos personagens, a série mostra muito bem as angústias e sofrimentos deles. Isso fica bem evidente com as mortes que ocorrem ao longo da temporada. O desfecho do quinto ano de The Walking Dead deixa muitas portas abertas para a sequência. Certamente teremos um forte embate de ideologias, sem deixar de lado conflitos com outros grupos. Importante ressaltar que os moradores de Alexandria não estão acostumados a pegar em armas e nem conhecem o terror que existe fora dos quatro muros da comunidade. Será que eles estão prontos para seguir adiante?

Nota
★★★★☆ - 4

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